Objeto Programático
Para a aula do dia 11/09, foi pedida a entrega final do objeto programático em que trabalhávamos desde o início do semestre.
Minha ideia inicial para o objeto consistia em um quebra cabeça de arame, que, idealmente, seria maleável para que pudessem ser criadas figuras tridimensionais. Percebendo que um quebra cabeças não era programático, resolvi manter a ideia de peças de arame e de encaixe, mas sem que houvesse uma padronização das peças e um encaixe correto entre elas.
Seguindo essa linha de pensamento, minhas peças iniciais eram, em sua maioria, bidimensionais, em escala pequena e feitas com um arame bastante maleável, que oferecia pouca estrutura para a criação de figuras tridimensionais.
Dessa forma, para o objeto final, criei peças de um arame mais duro, que são maiores e bem diferentes umas das outras, em sua maioria tridimensionais e que oferecem mais estrutura e várias possibilidades diferentes de encaixe. Além disso, para garantir que as pessoas pudessem criar esculturas que saíssem do plano sem que estas desmontassem, adicionei imãs às peças, que, além de dar mais estrutura às possíveis criações, também aumentou as possibilidades de encaixe entre as peças.
O objeto oferece uma interação lúdica com as pessoas e entre as pessoas. É possível montar a figura que quiser, utilizando o número de peças que quiser e da maneira que quiser. Além disso, durante a aula de apresentação, percebi que desmontar as criações dos outros é também uma forma de interação, visto que as peças acabam ficando emaranhadas entre si.
Seguem fotos de algumas das esculturas criadas por mim:
Minha ideia inicial para o objeto consistia em um quebra cabeça de arame, que, idealmente, seria maleável para que pudessem ser criadas figuras tridimensionais. Percebendo que um quebra cabeças não era programático, resolvi manter a ideia de peças de arame e de encaixe, mas sem que houvesse uma padronização das peças e um encaixe correto entre elas.
Seguindo essa linha de pensamento, minhas peças iniciais eram, em sua maioria, bidimensionais, em escala pequena e feitas com um arame bastante maleável, que oferecia pouca estrutura para a criação de figuras tridimensionais.
(Peças iniciais)
Dessa forma, para o objeto final, criei peças de um arame mais duro, que são maiores e bem diferentes umas das outras, em sua maioria tridimensionais e que oferecem mais estrutura e várias possibilidades diferentes de encaixe. Além disso, para garantir que as pessoas pudessem criar esculturas que saíssem do plano sem que estas desmontassem, adicionei imãs às peças, que, além de dar mais estrutura às possíveis criações, também aumentou as possibilidades de encaixe entre as peças.
(Pecas finais)
Seguem fotos de algumas das esculturas criadas por mim:







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